
Em 1974, o general Costa Gomes assume a Presidência da República, substituindo António de Spínola.
“Many people want the government to protect the consumer. A much more urgent problem is to protect the consumer from the government.” - Milton Friedman

Em 1974, o general Costa Gomes assume a Presidência da República, substituindo António de Spínola.

O que umas eleições autárquicas, conseguem fazer numa autarquia... Um best-seller sobre... Avelino Ferreira Torres.

Na terça-feira tinha aqui anunciado a vitória do partido de centro-direita nas eleições legislativas na Polónia. Até apontava como facto "insólito" que o líder do partido possuia um irmão gémeo idêntico, que iria candidatar-se no próximo mês às eleições presidenciais. Todavia, Kaczynski decidiu não assumir o cargo de primeiro-ministro e nomeou um especialista em assuntos económicos, Kazimierz Marcinkiewicz (na foto), para o cargo.
Embora a decisão possa ser entendida como uma lição de democracia, num país ainda jovem politicamente, esta renúncia ao cargo parece mais adequar-se à candidatura do gémeo Kaczynski...

O actual modelo da UE necessita urgentemente de ser revisto, principalmente após a rejeição da Constituição Europeia na França e na Holanda. Todavia, as bases e os princípios fundadores da UE, como a solidariedade e a igualdade devem ser respeitados e mantidos, pois são os alicerces de um desenvolvimento sustentado, para uma Europa una em termos económicos e culturais. Porém, tem-se assistido na UE a uma fragmentação nacional, cujas consequências estão à vista de todos. A mais provável razão para este facto, é a inércia e as políticas dos diversos executivos europeus e dos seus respectivos líderes. Assim, muitos europeus olhavam com ansiedade para as eleições na Alemanha, no sentido em que estas fossem o promotor de uma reforma nesta velha e fechada Europa. Por enquanto tal não aconteceu (esperemos pelo final do impasse), mas aos poucos vamos descobrindo mudanças em diversos países, alguns dos quais acabados de aderir à UE (como é o caso da Eslováquia).
Para além da Alemanha, a França é vista como um palco iminente de remodelação. O mais provável vencedor das eleições presidenciais, Nicolas Sarkozy é visto por muitos liberais portugueses, como o homem que remodelará a França e transmitirá esse ímpeto à restante Europa. Devo dizer que não simpatizo muito com o senhor, principalmente devido à sua decisão de suspender o espaço Schengen Françês, mas enfim... Todavia hoje, o EUobserver publica uma notícia em que Sarkozy defende um bloco de seis países (França, Alemanha, Inglaterra, Itália, Espanha e Polónia), para resolver a crise institucional em que a UE se encontra. As "responsabilidades" deste bloco não se ficam por aqui. Segundo o Ministro do Interior françês, este grupo poderia decidir procedimentos em várias áreas, tendo o apoio (ou não) dos restantes países, mas sem que as suas decisões atrasem ou mudem a vontade do bloco.
"If we are able to develop this method we would answer - without institutional reform - two major defects of Europe as it exists today: Europe would act, and she would act under the impulse of responsible politicians, not anonymous bureaucrats"
Considero graves e preocupantes estas declarações, pois aquilo que é necessário é a defesa de um modelo mais justo e equilibrado no seio da UE, e não um modelo imperialista e centralizado, como Sarkozy defende.
Entre todas as suas declarações, apenas concordo com a sua opinião quanto à adesão da Turquia. Uma parceria, em detrimento de constituir um membro, pelo menos por enquanto.

Parece que os temas antigos da política é que estão na moda. No dia de ontem, o tema era a construção de dois aeroportos na zona de Lisboa. O já famoso Aeroporto da Ota, e um novo aeroporto para companhias de Low-Costs, porventura no Montijo. O aeroporto da Ota ficaria situado a 41 km da capital, e um low-costs a 21 km da capital... Se o aeroporto da Ota já originava suficientemente polémica e argumentos desfavoráveis (Novamente Ota?), a construção de um low-costs mais perto do centro da cidade que o aeroporto principal, e a construção de ambos ao mesmo tempo parece ser um paradoxo! A construção de um low-costs irá obrigatoriamente transferir tráfego aéreo do principal aeroporto, ou seja, mais um argumento a favor da Portela! Mas não me precipitarei, pois agora falta ao governo apresentar não um, mais dois estudos para construção de aeroportos...



Ultimamente, a utilização da palavra "emprego" num projecto eleitoral está associada com a classificação do argumento (eleitoral) como "demagógico". E ao que parece, a relação entre ambos não tem um fim à vista.
Manuel Maria Carrilho: "Temos a ambição de criar 500 empresas criativas, que permitirão criar cerca de 8.500 empregos e um volume de negócios de 100 milhões de euros em quatro anos."
P.S. Sim, a classificação das empresas foi "criativas". Não constitui nenhum lapso...

Em 1940 era assinado em Berlim o Pacto Tripartido entre Alemanha, Itália e Japão, que constituiriam os países do Eixo.













A notícia de fundo dos diversos serviços informativos, é a chegada da ex-autarca de Felgueiras a Lisboa, e o corropio judicial adjacente. Todavia, O Insurgente revelou-nos uma notícia que hoje saíu no DN e ao que parece, não está a ter o impacto que deveria ter.
Parece que a marca Volkswagen, vai iniciar a construção do novo modelo modelo SUV Compact (Marrakesch) na Alemanha, devido a "fortes pressões" (de ordem política). Assim sendo, aquele que seria um marco para o relançamento da economia portuguesa afasta-se do nosso país.
Mas obviamente, a comunicação social tem as prioridades informativas em ordem, ao contrário das minhas...

A Câmara Corporativa, elaborou um excelente post onde retrata as principais alterações ao regime dos militares. A ler...

Depois do Katrina e do Ophelia, chega o furacão Rita à costa Americana. De quem será a culpa?

O Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, afastou hoje o cenário de recessão económica em Portugal, no ano corrente, já que espera um clima de maior confiança para relançar o crescimento económico no nosso país. Teixeira dos Santos, também afirmou que a nossa economia depende muito da economia da UE, do preço do petróleo e da situação política na Europa (em particular na Alemanha).
Dito isto, não compreendo as certezas do ministro das finanças. Num momento em que o preço do petróleo não pára de subir, e a crise política na Alemanha não tem um fim à vista, como garantir o cenário de crescimento económico numa economia frágil como a nossa?

Manuel Maria Carrilho, candidato do PS à autarquia de Lisboa, vai participar hoje na vida nocturna da capital, através da iniciativa "24 horas ao ritmo de Lisboa".
Segundo o director de campanha, a ideia é "acompanhar o ritmo da cidade durante a noite, ou seja, visitar locais e conhecer pessoas que trabalham em horários diferentes da maioria da população".
Talvez esta seja uma boa preparação, para uma hipotética vida autárquica. No sentido de estudar pastas problemáticas horas a fio, obviamente...
Leitura recomendada, na Causa Liberal:
" (...) Ingovernável, com uma esquerda radical em ascensão e sem vontade de pôr em causa um modelo social a médio prazo arruinante, a Alemanha está a tornar-se uma forte candidata a breve defensora de políticas monetárias irresponsáveis na Zona Euro, como modo de iludir as crescentes dificuldades orçamentais e a fuga às soluções "ortodoxas". "