sexta-feira, novembro 04, 2005

Aniversário na Blogosfera!




O Jumento está de parabéns!

"Under fire"




Não são só as ruas de Paris que estão a arder. Também muitas expectativas presidenciais francesas para 2007 começam a fumegar. O presidenciável Sarkozy, está na mira da opinião pública, pelas fortes medidas de coação que implementou para tentar restabelecer a ordem. Felizmente, Dominique de Villepin e Sarkozy estão de acordo e unidos na estratégia a seguir, deixando a luta presidenciável da direita para um período mais apropriado.

Recomendado

José Manuel Moreira, no DE:






quinta-feira, novembro 03, 2005

Mais um pouco, e mudava-se de presidência...






Cavaco e o Darwinismo?

Quando tentava aceder ao blog de Francisco José Viegas, A Origem das Espécies, deparei-me com a seguinte mensagem:

Devo dizer que fiquei surpreendido com a mensagem. Ao clicar em "Não é possível encontrar o servidor", a minha surpresa inicial transformou-se em boa disposição... Não estão a compreender o que quero dizer, visitem:


http://www.aorigemdasespecies.blogspot.com/

P.S. O link do blog de Francisco José Viegas, é apenas origemdasespecies.blogspot . Como tentei aceder directamente ao blog, por lapso coloquei a primeira letra, tendo deparado com aquele "projecto". Assim, não creio ele que esteja envolvido na "iniciativa". A questão mantém-se: Cavaco e o Darwinismo? Teorias não me faltam, e talvez ainda fale sobre duas ou três...

quarta-feira, novembro 02, 2005

Xeque!



"Quero deixar bem claro, que sou impoluto e incorruptível."

As investigações criminais estão cada vez mais banalizadas, em grande parte devido à comunicação social. Quase parece que chegamos a um ponto, em que o arguido toma consciência da sua situação, através dos media.

A televisão tornou-se no palco criminal por excelência. Assiste-se à apresentação de provas (quase em directo), temos acesso a listas de entidades que serão fiscalizadas, etc. Serei eu o único a achar tudo isto, um problema grave do nosso sistema judicial?

Lóbis

Liberalismo e Direita

O Tiago Mendes, do Aforismos e Afins, relembra uma carta escrita, a propósito da primeira sessão de "Noites à Direita: Projecto Liberal".








É interessante verificar que segundo esta opinião, a emergência do liberalismo deverá ser feita apenas, através da construção de um partido único, sob pena de "fracasso".

O Tiago Mendes reflecte sobre o tema, e manifesta que entre os dois partidos de direita, apenas do CDS/PP não poderá emergir um partido de índole liberal.



Devo dizer que concordo com a maioria das opiniões que são abordadas neste excelente post, principalmente que seria bem mais útil influir no PSD como plataforma do lançamento liberal na nossa sociedade, do que com a construção de um novo partido. Confesso que embora compreenda as reticências em relação ao CDS/PP (e muitas delas perfeitamente legítimas), não vejo como tarefa impossível uma remodelação. Vejamos que são várias as personalidades do partido a defenderem alguns modelos liberais, como por exemplo Lobo Xavier. Se esses "modelos" são apenas do lado económico, tenho que concordar. Mas acho que já é um bom começo. Todavia, creio que o melhor argumento constitui mesmo a sua má aceitação na sociedade portuguesa. Acho que neste tipo de temas é necessário ser-se pragmático, e não fechar os olhos à realidade.

The "Sarkozy Law"





Eis um ministro cujas medidas não páram de crescer, e que soma pontos nas sondagens para as presidenciais, para o seu mais directo adversário, o primeiro-ministro Dominique de Villepin.

Os debates de opinião estão ao rubro, havendo opiniões completamente divergentes em assuntos-chave como políticas de imigração ou polítcas económicas, entre o Ministro do Interior e o chefe do executivo françês. E a campanha eleitoral nem começou...

Birras presidenciais

Com a falta de argumentos para atacar Cavaco, Alegre e Soares embirram entre si pela autoria dos poucos argumentos que surgem...


É por este tipo de coisas, que estou a acompanhar com mais atenção e prazer as presidenciais francesas, e os seus protagonistas... (ver post seguinte)

terça-feira, novembro 01, 2005

250 anos



Carlos Mardel's design for the reconstruction of the Terreiro de Paço (Royal Palace Square).


Vital Moreira e o Fantasma Presidencialista




Acabo de ver o Prós e Contras na RTP 1. Assistir a este programa assemelhou-se a uma ida ao cinema, em que em exibição estava um filme de terror, com tons rosa. Vital Moreira profetizou terrores e desgraças, para um regime presidencial com Cavaco Silva no poder. As declarações do ex-PM e o seu precurso são indícios tenebrosos que não permitem uma boa noite de sono ao constitucionalista. Depois deste dicurso fantasmagórico, acho que também terei problemas em adormecer.


Felizmente tenho a Autobiografia Política de um homem chamado Aníbal Cavaco Silva, para me ajudar a adormecer...

domingo, outubro 30, 2005

250 anos

A Cultura da Esquerda



Através d' O Insurgente, descobri este interessante artigo de Paulo Roberto de Almeida:


«A cultura da esquerda: sete pecados dialéticos que atrapalham seu desenvolvimento:


1. A esquerda é estupidamente anti-mercado.

2. Ela é (falsamente) igualitarista.

3. Ela se posiciona contra a “democracia formal”, preferindo a “democracia real”.

4. A esquerda é geralmente estatizante (o que é, realmente, uma pena).

5. Ela é anti-individualista, preferindo os “direitos coletivos”.

6. Ela é tristemente populista e popularesca.

7. Também costuma ser voluntarística e anti-racionalista.»

sábado, outubro 29, 2005

Sucessão Política




A estabilidade governativa que a Madeira atravessa, tem como principais alicerces a coesão, a firmeza e a estabilidade interina do PSD/Madeira, focado no seu líder incontestado Alberto João Jardim. É a existência deste poder político forte, que constuitui o motor principal do desenvolvimento da economia da RAM. Não é o objectivo deste post discutir polémicas eleitorais e governativas, mas apenas analisar as alterações que a política madeirense sofreu neste ano, mais concretamente no seio do PSD/Madeira.

O carisma e o pulso forte que AJJ imprimiu na política madeirense, fez com que desde muito cedo não houvesse necessidade de eleições para líder. Quanto mais os anos passavam, esse estatuto afirmou-se de uma forma inédita, e incontestada. A maneira simples, directa e muitas vezes politicamente incorrecta fizeram AJJ um governante virado para o povo, em vez da classe política. Nunca um militante do PSD/M ousou desafiar as decisões do líder, e AJJ não perdoava traições no seio dos sociais democratas madeirenses. Foi esta presença forte, aliada a uma oposição medíocre, que construiu um PSD forte e coeso por toda a ilha, e disciplinado internamente.

Este ano, discutiu-se a alteração da lei eleitoral na Madeira. Suprendendo tudo e todos, AJJ sem o conhecimento da comissão política PSD/M, dá luz verde para que Guilherme Silve aprove na AR um acordo entre PSD e PS, de modo a implementar na Região um círculo eleitoral único. A notícia caiu como uma bomba na sede do PSD/M. Coito Poita, deputado na Assembleia Legislativa Regional e vice-presidente da bancada PSD, manifestou-se completamente contra estra proposta e mostrou-se surpreendido pelo acordo, visto que esta proposta não tinha como autores nem o PS, nem o PSD, mas sim a CDU. "Criando-se um único círculo para toda a Região, estamos a admitir que, no futuro, não sendo possível conseguir a maioria absoluta dos deputados, a Madeira ficará ingovernável", afirmou o deputado. A implementação de um círculo único (bem como a redução do número de deputados de 68 para 47), faria com que a maioria absoluta do PSD no parlamento regional, ficasse muito mais reduzida. AJJ estava ausente quando a polémica estalou, e dias depois era marcada uma reunião da comissão política do PSD/M. Jardim impôs a sua autoridade, e acalmou os ânimos. "Quem não estiver satisfeito que vá embora." - disse, lembrando que segundos os Estatutos do PSD, era ele o responsável pela tomada de decisões do foro do PSD/M.

Nesta árduo mês para os sociais democratas madeirenses, o problema da sucessão de Jardim e da governabilidade do executivo laranja são temas que voltam a ser debatidos. Uma aliança com o PP não é posta de parte, já que é vital, segundo o PSD/M, impedir que a esquerde chegue ao poder (um facto interessante é que com a nova lei eleitoral, o PP é o partido que mais beneficia e sobe em número de deputados). AJJ propôs-se a reflectir sobre estes temas, e confessou que apenas em 2007 anunciará à população o seu futuro político.

AJJ é um político experiente, e estará sem dúvida a compreender os diversos sinais do desgaste do partido político que lidera. Não acredito que abandonará orfão o partido que ajudou a construir, e que defendeu durante toda a sua vida. Todavia, a sua sucessão não será obviamente tarefa fácil. Um líder com o carisma e a personalidade forte de Jardim, com o seu modo de estar único na política, e a maneira como moldou o partido à sua imagem, fazem com que a continuidade pós-Jardim se torne uma desafio que nem todos estão à altura de empreender. Caso alguém consiga a confiança dos militantes, espera-lhe um desafio ainda maior: a avaliação da população. Após 30 anos habituada a um político a quem conferiam confiança e credibilidade, como regirão a um novo líder? Por outro lado, com AJJ fora de cena, nomes fortes do PS irão sair da sombra. São muitos aqueles que anseiam pela saída do líder laranja, para assaltarem a liderança do principal partido da oposição, pois sabem que a mudança no PSD constitui uma oportunidade única para se afirmarem na região, principalmente após as alterações na lei eleitoral.

A sucessão pós-Jardim terá que ser feita com cautela, e sem pressas. As personagens dessa batalha terão que ser pessoas com grande destaque público, com uma forte experiência política, e na minha opinião com um estilo completamente diferente de AJJ. Digo isto, porque muitos dos "delfins" incorporaram em si próprios o estilo Jardim, sendo esse um péssimo mote para ser o sucessor do actual líder. São poucos aqueles que se encaixam neste perfil, mas existem.

Isto não me cheira a Social Democracia...

Pacheco Pereira, no Abrupto:

O orçamento devia ser recusado porque precisamos vitalmente de outra coisa, precisamos de mais liberalismo, de mais liberdade económica, de mais espírito empresarial. Sem mais “crise” (das que falava Schumpeter) e sem mais “boa” insegurança, não somos capazes de mudar. O estado tudo faz para nos poupar a essa insegurança, e, como toda a Europa, afundamo-nos, pouco a pouco, na manutenção, geracionalmente egoísta, de um modelo social insustentável a prazo e que nos condena a definhar. É verdade que duvido que hoje alguém consiga ganhar uma eleição propondo o fim do conforto providencial, mas isso remete para a perda de margem de manobra democrática, face ao crescendo demagógico. E nem sequer vale a pena apelar á racionalidade, porque ela, a não ser para meia dúzia de iluminados normalmente sem fome e com emprego certo, aconselha a ter a pomba na mão a troca-la pelas duas que estão a voar. Estamos de facto, um pouco tramados, mas se calhar foi sempre assim na história.

Parece-me que Pacheco Pereira converteu-se ao liberalismo. Mais vale tarde do que nunca!

Paciência Democrática


Uma decisão sensata, e gostei das palavras utilizadas para a justificar.

sexta-feira, outubro 28, 2005

A ler

António Ribeiro Ferreira, no Estado do Sítio:

Manifestos Presidenciais




O cargo de Presidente da República, no contexto da nossa constituição é um cargo limitado. A sua função não é governar, mas sim constituir um observador atento da sociedade civil e política, avaliar os diplomas da assembleia, e promulgá-los ou vetá-los consoante a sua opinião, de acordo com a Constituição da República Portuguesa. Desta forma, os manifestos dos candidatos à presidência são completamente inúteis. São bonitos, apelativos e alguns até têm ideias interessantes, mas ficam-se por aí. Um Presidente da República não tem poderes de impôr uma à Assembleia da República. Assim, manifestos como o de Cavaco Silva, devem ser encaminhados para o gabinete de José Sócrates, pois dessa maneira teram utilidade.

Um cidadão não deve votar pelo manifesto, pois estas eleições não se tratam de ver que tem melhor programa eleitoral. Trata-se de escolher a pessoa que achamos melhor capaz de representar o nosso país a nível internacional, que melhor experiência e capacidade possui em avaliar os diplomas da assembleia, de forma racional, séria e independente, de modo a promover um maior desenvolvimento do país, e contribuir para uma maior coesão nacional.

quinta-feira, outubro 27, 2005

"Harriet Miers Withdraws Nomination"



Harriet Miers withdrew this morning as a nominee for the U.S. Supreme Court.


[Washington Post]


É uma decisão sensata. A união da oposição a Miers foi tal, que não fazia sentido levar esta questão ao senado, principalmente depois das notícias que vieram a público nos últimos dias, quanto ao teor dos seus discursos passados. Bush será certamente mais prudente na pessoa que nomear para o Supremo, para substituir a juíza Sandra Day O'Connor.

Uma razão para votar Cavaco

Sócrates aprovou arranque do aeroporto da Ota.

quarta-feira, outubro 26, 2005

Reserva Federal Americana




Sobre a sucessão de Alan Greenspan, na Reserva Federal Americana, aconselho a leitura deste artigo do Economist, que enuncia a maneira extraordinária como este homem ocupou o cargo mais influente da economia mundial.

Because Mr Greenspan is widely rated by investors as the greatest central banker ever, their confidence in his mystical powers has helped to hold down bond yields and prop up the dollar. But combine America's domestic and external financial deficits with a looming “Greenspan deficit” next year and markets could well push down the dollar and push up bond yields, thereby bursting the housing bubble. With inflationary pressures rising, the new Fed chairman will need to push short-term interest rates higher; there will be much less room to cut rates later, as Mr Greenspan did after the stockmarket bubble burst in 2001. Would any sane person want this job?


É interessante verificar o nome e o perfil que o artigo traçava para o sucessor de Greenspan. Todavia, a escolha de George W Bush ficou-se pelo presidente do Conselho de Assessores Económicos da Casa Branca, Ben Bernanke.

Frase do dia (de ontem)




«Comigo em Belém os portugueses podem dormir tranquilos»


É o chamado Genérico Soares, cuja substância activa é a benzodiazepina socialistam.

Só para avisar...




Faltam 5 dias para acabar o mês de Outubro.

terça-feira, outubro 25, 2005

Empresarialização




O Ministro da Saúde, Correia de Campos, anunciou hoje que os Hospitais de Santa Maria, em Lisboa, e de São João, no Porto, serão transformados em Entidades Públicas Empresariais (EPE). Esta medida é tomada procurando controlar as despesas daqueles que são os dois maiores hospitais do país. Segundo o OE 2006 as verbas para o HSM rondam os 276 milhões de euros, e para o HSJ os 269 milhões de euros.

Esta medida revela a habitual cultura política portuguesa. Não conseguindo tornar mais eficientes determinados sectores, através de reestruturações e remodelações, coloca-se mais dinheiro no problema, esperando daí advir a solução. Neste caso concreto, como não não se consegue controlar a despesa, arranja-se uma fonte de receitas para minorar o problema. Esta não deve ser a razão para a empresarialização dos hospitais! Todavia, reconheço que no caso de hospitais como o de Santa Maria, dadas as suas dimensões, a tarefa de geri-lo e reformulá-lo constituem um trabalho hercúleo, mas mesmo assim não impossível. Assim sendo, é necessário alguma cautela antes de empreendermos por medidas aparentemente fáceis e aliciantes, pois quando aplicadas poderão colocar em causa o bom funcionamento destes serviços.

Leitura recomendada

Francisco Sarsfield Cabral, hoje no DN:

segunda-feira, outubro 24, 2005

Mega Cavaco




A febre das mascotes está a chegar... Visite o Mega Cavaco, o blog não oficial de apoio à candidatura de Cavaco Silva à Presidência da República.

Conservador 1 - Liberal 0




E os polacos optaram pelo conservador.

Funcional!

Após algumas horas de problemas técnicos, a caixa de comentários deste blog já está funcional.

Duetos?





A notícia é avançada pelo jornal Público, e cita elementos próximos da direcção da candidatura. Esta estratégia é deveras interessante. Cavaco ao confrontar-se com cada candidato, mantém a fragmentação da esquerda, e todo os olhares concentrados em si. Por outro lado, previne um debate onde a esquerda possui muito mais tempo de antena, no caso de um debate com todos os participantes.

Resposta a dificuldades técnicas (estas tecnologias...)

Por dificuldades técnicas (leia-se "Não percebo porque os comentários Haloscan não funcionam!"), decidi responder-te Ricardo, através de um post. Relembro a teu último comentário:

"A conversar vamos chegando a consensos! Nota que o liberalismo social foi criado porque os Estados chegaram à conclusão que o liberalismo, per si, não funcionava socialmente. Por isso sou próximo dos movimentos actuais de liberalismo e chamei à atenção para a discordância com os extremos!

Quanto aos exemplos:

- O Reino Unido no século passado com a crise dos mineiros;

- A revolução sindical nos EUA face ao processo Ford de produção em série;

- O falhanço dos movimentos liberais pré 1ª Guerra Mundial;

- experiência Argentina (a chilena correu bem por completa supressão dos direitos sociais);

- Os actuais movimentos de globalização - nota que defendo o conceito mas não um liberalismo globalizado - são quase liberais porque não há entidades de regulação eficazes supra nacionais e estão a aumentar as desigualdades quando se esperava o movimento contrário em teoria.

Por isso eu falei que nenhuma das partes ganhou porque o reequilíbrio foi feito com uma mistura de ideologias (situação actual)! Hoje é o liberalismo social que impera e que não tem nada a ver com experiências do passado. O que não quero que aconteça, e está a acontecer, é uma derrapagem para formas mais puras de liberalismo!"

Ricardo,

Continuamos a bater na mesma tecla, mas tudo bem. Eu considero-me mais próximo do liberalismo clássico, mas não o acho mais próximo dos extremos. Um exemplo de liberalismo de extremos, era o exemplo que apontavas do liberalismo quase anarquista, extremamente municipalizado.

Quanto à mistura de ideologias que compõe um sistema, concordo em parte contigo. Todavia, não ache que essa seja a melhor solução para uma sociedade, por uma razão muito simples. Ao acontecer algum problema no regime, torna-se mais difícil detectar a ideologia que o suporta, encontrar uma solução para o tal problema, e colocar essa solução em prática. Para além disso, corrre-se o risco de haver incompatibilidades entre os diferentes sistemas. É óbvio, que neste tipo de regimes as ideologias estão um pouco diluídas, não havendo tantas incompatibilidades, mas esse não é um ponto positivo. Por isso acho, que a melhor solução é mesmo uma ideologia mais pura (aquela que temes...) Desta forma, temos um regime mais transparente, que é a regra básica para um bom funcionamento do Estado. E repara que uma forma mais pura de liberalismo, não implica um liberalismo de extremo. As ideologias de extremos, dependem mais do tipo de ideologia do que do grau de transposição para a realidade da ideologia.

Quanto aos exemplos, esses são bastante interessantes. Tenho que dizer que esses factos são episódios que custam numa governação, mas não acho que os tornem representativos de uma avaliação global. Por exemplo, a crise dos mineiros durante a governação de Margaret Thatcher. Para qualquer executivo, mesmo não tendo a designação de "social", 20 000 desempregados é uma situação difícil de digerir. Mas a avaliação que faço da governação Thatcher é muito positiva. A razão pela qual o Reino Unido é na actualidade uma potência a nível económico, é em grande parte devido à coragem empreendida pela primeira-ministra, no conjunto das reformas efectuou. Teve momentos menos maus? Claro que sim. Mas a avaliação global do seu governo, e a ideologia em que se baseou, saem claramente vencedoras. A prova disso, é que apenas agora, a Europa desperta para a necessidade de reformas importantes, de modo a não cair numa estagnação.


Abraço


P.S. Esta discussão teve início na caixa de comentários, deste post.

domingo, outubro 23, 2005

Outras presidenciais




Hoje, os polacos escolhem entre um conservador (Lech Kaczynski) e um liberal (Donald Tusk).

sábado, outubro 22, 2005

Altamente recomendado!

Tenho um peso na consciência, de não ter feito este link mais cedo... Mas apenas hoje tive oportunidade de ler este brilhante texto sobre o binómio direita/esquerda, ou melhor direita/"neoesquerda".

O que é um Esquerdista?, pelo Rodrigo Adão da Fonseca.

Combater o stress on-line!

Visite esta página.

Este blog também se preocupa com com o bem-estar psicológico dos seus leitores...


P.S. Link descoberto, via Esquina do Mundo.

sexta-feira, outubro 21, 2005

Post "mauzinho"





Tenho dúvidas, se apenas um acto chega...

Leitura recomendada

Neopopulismo e Democracia, por João de Almeida Santos.

Isto merece um post, ou não...

Pela primeira vez, estou de acordo com Joana Amaral Dias.

Rebelo de Sousa tem um blog não oficial de apoio à candidatura de Cavaco. Chama-se super cavaco imitando o Super Mário. Daaahhh... que falta de imaginação. 7 valores, Prof. Marcelo.

quinta-feira, outubro 20, 2005

Politiquices




Rejeitou o perfil político.

Rejeitou o apoio de partidos políticos.


Cavaco Silva está de volta à Política.

TPC

Fez o trabalho de casa de modo exemplar.


  • Acenou as bandeiras "economia" e "social"

  • Falou em estabilidade

  • Falou da experiência governativa

  • Falou do conhecimento dos problemas (inter)nacionais

  • Falou da UE

  • Falou da Constituição

  • Falou com orgulho

  • Não disse as iniciais PSD