sexta-feira, abril 21, 2006
quarta-feira, abril 19, 2006
Surpresa?
O boletim económico de Primavera, divulgado terça-feira pelo Banco de Portugal, afirma que a economia portuguesa tem registado um «reduzido crescimento tendencial» da produtividade do trabalho. Entre as razões da fraca produtividade da economia portuguesa, além dos choques económicos comuns à Zona Euro, a instituição aponta choques específicos de Portugal.
(...)
O sucessivo agravamento da carga fiscal e a incerteza sobre a forma como vão ser resolvidos os desequilíbrios da economia portuguesa também têm dificultado o crescimento da produtividade e retirado capacidade de crescimento à actividade económica, refere o boletim.
Quase parece que andámos a ser anestesiados por este governo, com todos aqueles programas jeitosos apresentados com tanta pompa... Deve ser impressão minha.
Recomendado: O Erro de Fukuyama
Apenas hoje tive oportunidade de ler o excelente artigo do Rodrigo Adão da Fonseca, para a Revista Dia D. Uma leitura obrigatória!
terça-feira, abril 18, 2006
Aniversário

Mesmo com um dia de atraso, não poderia deixar passar o segundo aniversário do Filho do 25 de Abril, felicitando o Ricardo pelo excelente blog que vem construindo. Embora os posts não tenham agora tanta regularidade, a qualidade mantem-se inalterada. É sabido que eu e o Ricardo não partilhamos da mesma opinião em diversos temas, mas torna-se um prazer trocar ideias e argumentos com ele, como tivémos oportunidade de o fazer neste último ano.
Grande abraço, e continuação de bons posts!
Grande abraço, e continuação de bons posts!
segunda-feira, abril 17, 2006
Top 10 Jobs
domingo, abril 16, 2006
Memória - 1506

Antes que el Rei fosse de Lisboa para Almeirim, ordenou Tristão da Cunha à Índia por capitão de uma armada, da qual, e do que nesta viagem se fez se dirá adiante, no ano de mil quinhentos e oito, em que tornou. Pelo que nestes dois capítulos, que são já derradeiros desta primeira parte tratarei de um tumulto, e levantamento, que aos dezanove dias de Abril, deste ano de mil quinhentos e seis, em Domingo de Pascoela fez em Lisboa contra os cristãos-novos, que foi pela maneira seguinte. No mosteiro de São Domingos da dita cidade estava uma capela a que chamava de Jesus, e nela um crucifixo, em que foi então visto um sinal, a que davam cor de milagre, com quanto os que na igreja se acharam julgavam ser o contrário dos quais um cristão-novo disse que lhe parecia uma candeia acesa que estava posta no lado da imagem de Jesus, o que ouvindo alguns homens baixos o tiraram pelos cabelos de arrasto para fora da igreja, e o mataram, e queimaram logo o corpo no Rossio. Ao qual alvoroço acudiu muito povo, a quem um frade fez uma pregação convocando-os contra os cristãos-novos, após o que saíram dois frades do mosteiro, com um crucifixo nas mãos bradando, heresia, heresia, o que imprimiu tanto em muita gente estrangeira, popular, marinheiros de naus, que então vieram da Holanda, Zelândia, e outras partes, ali homens da terra, da mesma condição, e pouca qualidade, que juntos mais de quinhentos, começaram a matar todos os cristãos-novos que achavam pelas ruas, e os corpos mortos, e os meio vivos lançavam e queimavam em fogueiras que tinham feitas na Ribeira e no Rossio a qual negócio lhes serviam escravos e moços que com muita diligência acarretavam lenha e outros materiais para acender o fogo, no qual Domingo de Pascoela mataram mais de quinhentas pessoas. A esta turma de maus homens, e dos frades, que sem temor de Deus andavam pelas ruas concitando o povo a esta tamanha crueldade, se ajuntaram mais de mil homens da terra, da qualidade dos outros, que todos juntos segunda-feira continuaram nesta maldade com maior crueza, e por já nas ruas não acharem cristãos-novos, foram cometer com vaivéns e escadas as casas em que viviam, ou onde sabiam que estavam, e tirando-os delas de arrasto pelas ruas, com seus filhos, mulheres, e filhas, os lançavam de mistura vivos e mortos nas fogueiras, sem nenhuma piedade, e era tamanha a crueza que até nos meninos, e nas crianças que estavam no berço a executavam, tomando-os pelas pernas fendendo-os em pedaços, e esborrachando-os de arremesso nas paredes. Nas quais cruezas não se esqueceram de meter a saque as casas, e roubar todo o ouro, prata, e enxovais que nelas acharam, vindo o negócio a tanta dissolução que das igrejas tiraram muitos homens, mulheres, moços, moças, destes inocentes, despegando-os dos Sacrários, e das imagens de nosso Senhor, e de nossa Senhora, e outros Santos, com que o medo da morte os tinha abraçado, e dali os tiraram, matando e queimando sem nenhum temor a Deus assim a elas como a eles. Neste dia pereceram mais de mil almas, sem que na cidade alguém ousasse de resistir, pela pouca gente de sorte que nela havia por estarem os mais dos honrados fora, por causa da peste. E se os alcaides, e outras justiças, queriam acudir a tamanho mal, achavam tanta resistência, que eram forçados a se recolher a parte onde estivessem seguros, de não acontecer o mesmo que aos cristãos-novos. (…) Passado este dia, que era o segundo desta perseguição, tornaram terça-feira este danados homens a prosseguir a sua crueza, mas não tanto quanto nos outros dias porque já não achavam quem matar, pois todos os cristãos-novos que escaparam desta tamanha fúria, serem postos a salvo por pessoas honradas, e piedosas que nisto trabalharam tudo o que neles foi.Damião de Góis
in, Chronica do Felicissimo Rey D. Emanuel da Gloriosa Memória
[Via Rua da Judiaria]
A ler...
"O que é Sócrates"
A crónica semanal de António Barreto, hoje no Público. (link não disponível)
A crónica semanal de António Barreto, hoje no Público. (link não disponível)
Reality Show
O líder da Juventude Popular, João Almeida, vai apresentar uma moção alternativa à da candidatura do actual líder do CDS/PP. Com tantos congressos extraordinários, e os candidatos a multiplicarem-se, recordo ainda quem falava num vazio de candidatos no seio deste partido após a saída de Paulo Portas. Mas uma coisa é certa, a qualidade dos candidatos...
Ainda sobre as ausências...
Tornaram-se quase ridículas a troca de acusações entre as várias bancadas parlamentares para justificar a debanda de deputados. Os dedos estendidos na direcção dos opositores, mostram a mesquinhez que assolou esta classe neste tipo de assuntos. Enfim, bastava terem explicado que trabalham demasiado e necessitavam urgentemente de férias. Até porque, esta parece ser uma explicação muito em voga no nosso país, nas mais diversas áreas...
Serviço Público
O Tiago Barbosa Ribeiro, autor do Kontratempos, decidiu criar uma iniciativa de modo a "promover a divulgação de actos administrativos que podem ser desburocratizados na função pública, pequenos obstáculos que surgem na vida de todos os dias e que as medidas mais macro do governo dificilmente conseguirão eliminar."
Para saber mais, consulte este post.
Para saber mais, consulte este post.
quinta-feira, abril 13, 2006
Samuel Beckett
quarta-feira, abril 12, 2006
Recomendado

As Edições Praedicare convidam para a sessão de lançamento do livro de André Azevedo Alves
Ordem, Liberdade e Estado
Uma reflexão crítica sobre a filosofia política em Hayek e Buchanan
a ter lugar no Rivoli (Cafetaria-Bar, 3º piso) no Porto, no próximo dia 12 de Abril de 2006, às 21.30, com apresentação de Paulo Castro Rangel e Rui de Albuquerque. A sessão será presidida por José Manuel Moreira.
Seguir-se-ão uma sessão em Lisboa, no dia 18, pelas 18.00 no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa (com apresentação de Rui Ramos) e uma sessão em Aveiro, no dia 20, pelas 19.45 no Hotel Meliá (com apresentação de Maria Luís Rocha Pinto e Tom Palmer).
CPE
Il Professore

Depois de uma noite de muitas incertezas, Romano Prodi lá conseguiu se declarar vencedor destas eleições. A disputa das décimas deu vantagem ao líder da coligação centro-esquerda, embora a oposição de centro-direita não aceite a derrota e já exigiu a recontagem dos votos. A "coligação laica, liberal e cristã" como Berlusconi a definiu, promete dificultar os primeiros dias do executivo.
Num país como Itália, e com o tipo de coligações que estavam em jogo, é difícil saber se esta vitória corresponde ao melhor que os Italianos podiam desejar. De um lado um político populista, demagógico e com um vasto historial de corrupção, por outro uma coligação de numerosos partidos de esquerda liderados por um homem fraco, com pouco carisma e cujos últimos anos à frente da Comissão Europeia deixaram muito a desejar. Mesmo assim, creio que o mal maior foi evitado, com o afastamento de Berlusconi do poder. O saneamento das contas públicas, o controle da dívida pública, a reforma do sistema político e retirar o país da estagnação económica, são desafios que parecem quase impossíveis para uma coligação liderada por Prodi. Pelo menos em matéria europeia as notícias devem ser melhores, já que depois da posição (anti)europeísta de Berlusconi, era difícil as coisas ficarem piores...
terça-feira, abril 11, 2006
2ª Parte - Prós e Contras
No meio da "Decadência" e da "Liberdade", só comento uma frase dita por João César das Neves: "Em Economia, [a Europa] ainda não está muito mal".
Discutível, muito discutível, mas enfim...
Discutível, muito discutível, mas enfim...
segunda-feira, abril 10, 2006
Prós e Contras
Em grande António Barreto. É ele que está a levantar as questões fundamentais acerca do tema em discussão. A sua reflexão, livre de atritos políticos e religiosos, tem sido a mais interessante e profunda.
Re: Proibição
A propósito deste post do BrainstormZ, a resposta que dei na caixa de comentários pode-se resumir com a minha frase final:
A questão é simples: Existem aqueles que privilegiam os direitos de propriedade em detrimento da liberdade individual, outros que não.
A questão é simples: Existem aqueles que privilegiam os direitos de propriedade em detrimento da liberdade individual, outros que não.
Confusos
Os resultados e projecções que nos chegam de Itália. Só acredito quando tiver nas mãos os resultados finais...
domingo, abril 09, 2006
Absolutamente Lamentável
Freitas do Amaral não vai à reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros (MNE) da União Europeia (UE), que decorre amanhã no Luxemburgo, por "cansaço e por ter estado 15 dias ausente do país, no Canadá e em Luanda", disse ao JN, o porta-voz do MNE, Carneiro Jacinto. Além da agenda da reunião - em que será anunciada a suspensão da ajuda financeira da UE ao governo palestiniano decidida esta sexta-feira - "não ter nenhum interesse" (...)
[Via Blasfémias]
Perante esta notícia, apenas me ocorreu o nome que Marcelo Rebelo de Sousa referiu a alguns minutos na RTP. Francisco Seixas da Costa, actual Embaixador de Portugal no Brasil. "Fixem bem este nome, bem poderá ser o próximo MNE lá para finais de 2007..."
Não esquecer que nos finais de 2007 será Portugal a assumir a Presidência do Conselho Europeu. Será que Freitas do Amaral conseguirá manter-se em funções até lá?
sábado, abril 08, 2006
The End

Passados dois anos, O Acidental termina a sua jornada pela blogosfera. Foi neste blog que se juntaram grandes figuras da escrita, e embora não simpatizando com muitas das opiniões e estilos veiculados neste blog, a verdade é que O Acidental tornou-se num marco de referência para a direita em Portugal.
Resta-me apenas felicitar o PPM e os restantes acidentais por estes dois anos, esperando poder encontrá-los por outras bandas...
Resta-me apenas felicitar o PPM e os restantes acidentais por estes dois anos, esperando poder encontrá-los por outras bandas...
sexta-feira, abril 07, 2006
Imaturidade...
Escreve o AA, no Arte da Fuga:
Será que o AA se refere aos fumadores ou aos não fumadores? É que agora fiquei confuso...
Será que o AA se refere aos fumadores ou aos não fumadores? É que agora fiquei confuso...
Discriminação?
Escreve o João Miranda, no Blasfémias:
Isto é, podem existir salas para fumadores desde que essas salas se encontrem em restaurantes que também tenham salas para não fumadores, mas não podem existir restaurantes só para fumadores, apesar de poderem existir restaurantes só para não fumadores.
Ou seja, um fumador pode entrar em qualquer restaurante, optando por fumar ou não fumar consoante as indicações. No caso de entrar num espaço para não-fumadores, faz um esforço e respira aquele ar... Um não fumador, se não quiser estar a inalar fumo alheio, só teria uma hipótese que era um espaço onde fosse proibido fumar.
Desta forma, aconselhar-se-ia todos a fumarem, já que assim teriam mais hipóteses de escolha...
quinta-feira, abril 06, 2006
Proibição
quarta-feira, abril 05, 2006
Golden Share
A Comissão Europeia ameaça levar Portugal ao Tribunal Europeu da Justiça, caso o Governo Português não abdique dos direitos especiais que possui na PT.
Felizmente, parece que as instâncias judiciais da UE são bem mais rápidas que as nossas. Más notícias para alguns representantes "estatistas" do nosso governo...
Leitura recomendada: Os Ayatholas do 25 de Abril
terça-feira, abril 04, 2006
Arquivo "Bodegas"
De modo a tornar mais fácil a pesquisa de certos textos que escrevi e tentando organizar um pouco este blog, decidi criar um Arquivo.
Por enquanto seleccionei poucos textos, apenas aqueles que considerei mais interessantes e relevantes. Logo que tenha tempo, e alguma paciência, tento organizar a maioria dos posts deste blog por temas.
segunda-feira, abril 03, 2006
Discriminação
Paulo Lopes Marcelo, publicou um interessante artigo no Diário Económico sobre o tão badalado tema do casamento homossexual. Não querendo entrar em grandes discussões, que se podem prolongar demasiado, apenas destaco um parágrafo que me chamou à atenção.
Este parágrafo chamou-me à atenção, tanto por abordar o tema da discriminação bem como o da filiação. Ao contrário de outros, não creio que o tema seja tão simples e banal que se deva deslizar de forma rápida. No entanto, acho que Paulo Lopes Marcelo cai no erro de tentar estabelecer uma relação unívoca entre casamento e descendência, e é com base neste argumento que procura justificar a interdição ao casamento por parte de pessoas do mesmo sexo.
A possibilidade de gerar filhos, é a única condição para existir casamento. Esta é a ideia subjacente ao texto. Porém, não é aqui discutido a finalidade do casamento, um ponto que não cesso de referir nas discussões que tenho. Não basta olharmos para os requisitos do casamento, é necessário olhar para quais são os seus objectivos.
Basta o contrato entre duas pessoas (a que se dá o nome de casamento), possuir benefícios, privilégios ou vantagens fora do âmbito da descendência, que automaticamente está a discriminar a vontade de certas pessoas. É neste sentido que é absolutamente vital esclarecer as incongruências que existem.
Um pouco mais à frente PLM refere: "admitir o casamento homossexual conduz, inevitavelmente, à adopção de crianças por casais homossexuais." Não vejo nenhuma razão para tal. A adopção não pode ser levada a cabo por casais homossexuais, por razões de ordem exlusivamente naturais. Este é um ponto assente na minha opinião. O que está em causa no "casamento" ou como eu prefiro chamar, contrato, são os direitos que existem fora do âmbito familiar e de filiação. Estes sim, constituem discriminação.
Retrato político do fim-de-semana
- Freitas do Amaral ainda não foi demitido, mesmo depois da humilhante viagem ao Canadá.
- José Sócrates leva um terço do PIB a Angola (em empresários...). Espero que não se esqueça de os trazer, já que eles ainda são úteis em Portugal.
- Freitas do Amaral ainda é o MNE de Portugal...
sábado, abril 01, 2006
Aniversário
Muitos parabéns aos autores do Dolo Eventual pelo primeiro aniversário do excelente blog que construíram. E para comemorar um aniversário, nada melhor que uma boa contratação, certo?
A morte da direita?
Filipe Rodrigues da Silva, assina um editorial no Diário Digital intitulado "Roma, capital Funchal". FRS faz algumas interessantes analogias, como a semelhança política de Berlusconi e Alberto João Jardim, afirmando que estes constituem "aberrações democráticas" e que personagens como estas são as responsáveis pela morte política da direita.
Eu sinceramente considero o problema mais grave do que este. É que para todos os efeitos, estes dois políticos de "direita" são responsáveis por fabulosas vitórias eleitorais. De notar que a governação de Berlusconi é uma das maiores da história política do país, e quanto a Alberto João Jardim nem se fala. O que é necessário compreender, é que o paradigma cultural e político está a alterar-se rapidamente. O espaço do populismo está cada vez mais apertado, e estas novas regras incidem tanto na direita como na esquerda. Porém, a direita permanece demasiado estática sobre si mesma, ao contrário da esquerda. Políticos como Berlusconi e Alberto João Jardim não são os responsáveis pela morte política da direita, já que estes apenas se limitaram a escolher uma via na direita para a levar ao poder. O problema da direita, está nos restantes militantes que se acomodaram com este tipo de situação e só hoje começam a se aperceber disso. E mesmo assim, passado este tempo de reflexão, ainda não encontram o líder e o programa para avançar. É por este motivo que a evolução da direita tem de passar por uma política liberal, pois sem esta perspectiva arrisca-se a permanecer com a falta de dinamismo que a conduziu a esta situação.
Eu sinceramente considero o problema mais grave do que este. É que para todos os efeitos, estes dois políticos de "direita" são responsáveis por fabulosas vitórias eleitorais. De notar que a governação de Berlusconi é uma das maiores da história política do país, e quanto a Alberto João Jardim nem se fala. O que é necessário compreender, é que o paradigma cultural e político está a alterar-se rapidamente. O espaço do populismo está cada vez mais apertado, e estas novas regras incidem tanto na direita como na esquerda. Porém, a direita permanece demasiado estática sobre si mesma, ao contrário da esquerda. Políticos como Berlusconi e Alberto João Jardim não são os responsáveis pela morte política da direita, já que estes apenas se limitaram a escolher uma via na direita para a levar ao poder. O problema da direita, está nos restantes militantes que se acomodaram com este tipo de situação e só hoje começam a se aperceber disso. E mesmo assim, passado este tempo de reflexão, ainda não encontram o líder e o programa para avançar. É por este motivo que a evolução da direita tem de passar por uma política liberal, pois sem esta perspectiva arrisca-se a permanecer com a falta de dinamismo que a conduziu a esta situação.
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