segunda-feira, janeiro 16, 2006

A Ascensão e a Queda

Pacheco Pereira no Abrupto:




Já aqui fiz referência a esta "arte" que Louçã possui, de transformar tudo o que é facto político, favorável ou desfavorável, em mediatismo e arrogância. Pelos vistos não sou o único que partilha de tal opinião. Quanto à segunda parte do texto de JPP, a comparação com Paulo Portas é deveras interessante, e fora do devido contexto um pouco ousada. Porém, temos que ter em conta um facto importante: a queda de Paulo Portas não colocou o partido em cisão. Certamente foi um período difícil, mas consistente, ao contrário do que muitos profetizavam. Numa eventual queda de Francisco Louçã, será que o BE era capaz de se manter coeso? Tenho sérias dúvidas. Se num cenário estável como agora, já se começam a sentir os primeiros atritos dentro do partido...

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